Personagens Originais (OC)
Esta página apresenta os personagens originais criados especialmente para Pokémon: The Legendary Dreamer (TLD). São Treinadores, vilões, cientistas e aliados que não existem no material oficial, mas que foram cuidadosamente desenvolvidos para expandir o universo da história. Com suas próprias histórias, motivações e estilos de batalha, esses personagens trazem frescor e originalidade à jornada, oferecendo surpresas tanto para os fãs mais antigos quanto para novos leitores. Eles ajudam a dar vida a novas regiões, academias e desafios que tornam esta fanfic única e envolvente.
Finn Blueverry
Idade: 15
Cidade Natal: Viridian (Kanto)
Pokémon Inicial: Nidoran
Finn Blueverry é um
jovem Treinador oriundo da cidade de Viridian, marcado por sua determinação,
simpatia e espírito resiliente.
Apesar de ter
falhado nas provas da prestigiada Pokémon Academy, Finn não deixou que isso o
impedisse de seguir seu sonho de se tornar um grande Treinador. Graças ao apoio
de seu pai, que usou suas economias para presenteá-lo com um Nidoran Macho (♂), Finn deu início à sua jornada
com orgulho e esperança,
mesmo sem os recursos tradicionais como uma Pokédex. Seu parceiro inicial reflete sua
coragem: um Nidoran macho ágil
e combativo, sempre pronto para defender seu Treinador.
Finn é curioso,
otimista e tem um senso de justiça simples, mas firme. Valoriza encontros com
outros Treinadores, mantendo vivo o espírito clássico das batalhas amigáveis e
da camaradagem entre rivais. Mesmo nos momentos de incerteza ou culpa — como
quando acidentalmente irrita um Spearow selvagem — ele demonstra empatia e
responsabilidade por suas ações.
Idade: 15
Cidade Natal: Fuchsia (Kanto)
Pokémon Inicial: Beedrill
Carom Wasbuzz é um jovem aprendiz
de Poké Ninja da cidade de Fuchsia, especializado em Pokémon dos tipos Inseto e
Veneno. De aparência discreta e movimentos calculados, Carom é introspectivo,
porém observador, com uma mente estratégica e um forte senso de disciplina
herdado de seu treinamento ninja. Ele carrega consigo o legado da tradicional
Escola Ninja de Fuchsia, embora trilhe um caminho mais moderno e experimental,
mesclando técnicas arcaicas com novas tecnologias.
Embora confiante em suas
capacidades, Carom não possui arrogância: ele compreende suas limitações e
reconhece a dificuldade de se especializar em tipos considerados fracos pela
maioria. Isso o tornou um Treinador meticuloso e criativo. Sua filosofia de batalha
envolve paciência, uso inteligente de status, e leitura psicológica do oponente
— algo que ele aplica tanto em combate quanto em interações sociais.
Carom carrega consigo um
dispositivo chamado ATD (Advanced Training Device V96) — um equipamento
tecnológico avançado, cedido por sua mestra durante sua jornada. O ATD permite
o aprendizado acelerado de novos movimentos através da leitura neural e
sincronização com TMs (Technical Machines). Por seu valor exorbitante e uso
restrito, o ATD é um símbolo de confiança e responsabilidade, que Carom carrega
com grande zelo.
Durante sua jornada, Carom
encontra Ash e Serena e rapidamente percebe as limitações do time de Ash para
enfrentar o Ginásio de Pewter. Demonstrando franqueza e um senso ético apurado,
ele analisa os dados de batalha e alerta Ash que, com seu time atual e sem
movimentos eficazes contra o tipo Pedra, suas chances de vitória seriam
praticamente nulas. No entanto, reconhecendo a determinação de Ash, Carom
decide ajudá-lo — oferecendo o uso do ATD e dois TMs extras que havia comprado:
Iron Tail e Steel Wing. Como seus
próprios Pokémon não podem aprender esses movimentos, ele os entrega a Ash como
sinal de respeito e aliança.
Ele mesmo afirma que sua mestra só confiou o ATD a ele porque enxergou valor onde os outros não viam — algo que ele agora procura fazer por outros também.
Nerida Waterflower
Idade: 41
Cidade Natal: Cerulean (Kanto)
Pokémon Inicial: Horsea > Seadra > Kingdra
Matriarca da família Waterflower, e uma das personalidades mais ricas de Kanto, Nerida é uma figura emblemática da história do Ginásio de Cerulean. Como Líder de Ginásio aposentada, foi responsável por elevar o prestígio do ginásio a um patamar que, durante anos, o colocou entre os mais respeitados de Kanto. Ao lado de seu fiel Kingdra, construiu uma reputação sólida, marcada por batalhas técnicas, estratégias refinadas e uma autoridade natural que poucos desafiantes esqueciam após enfrentá-la.
Esse período de glória antecede a decadência da imagem do ginásio, mais tarde comprometida pelas atitudes das filhas mais velhas. Ainda assim, o nome de Nerida permaneceu respeitado nos bastidores da Liga Pokémon, o que a levou a integrar a junta administrativa ao lado de Charles Goodshow, atuando diretamente na organização e supervisão institucional da Liga Pokémon, sendo, diversas vezes, escalada nas narrações das batalhas.
Sua influência extrapolava as arenas de batalha. Durante sua trajetória como treinadora, Nerida travou contato com diversas figuras proeminentes, entre elas Grace Yvonne — mãe de Serena — ainda nos tempos em que Grace participava das corridas de Rhyhorn. Essas conexões ajudaram a moldar sua visão ampla sobre o mundo Pokémon, que ia além dos ginásios e insígnias.
Entre suas maiores conquistas está o título de bicampeã da Copa Redemoinho, vencendo o torneio duas vezes consecutivas — um feito raro, reservado a treinadores de altíssimo nível e domínio absoluto do combate aquático.
À primeira vista, Nerida costuma se mostrar brincalhona, tagarela e até despreocupada. Gosta de conversas longas, risadas fáceis e comentários leves. No entanto, essa fachada esconde uma mulher extremamente profissional quando a situação exige. Em momentos decisivos, seu olhar muda, sua postura se fecha, e seu pensamento estratégico assume o controle. Seu lado sério é raro, mas conhecido o suficiente para que aqueles ao seu redor evitem interrompê-la. Ela poderia ser um tanto severa com aqueles que ousam interromper seus pensamentos nessas horas.
Foi casada por vinte e cinco anos com Oscar Waterflower, cuja morte ocorreu em meio aos conflitos posteriores entre Johto e Kanto, muito depois do fim da grande guerra pela independência da região vizinha. A perda de Oscar marcou profundamente Nerida. Acostumada a vencer batalhas, ela se viu incapaz de lutar contra o luto, enfrentando pela primeira vez a dor de perder alguém que amava verdadeiramente. Durante um longo período, afundou-se em lamentações silenciosas, carregando o peso da ausência sem saber como expressá-lo às filhas.
Sua própria criação contribuiu para suas falhas como mãe. Negligenciada pelos próprios pais, Nerida nunca aprendeu plenamente o que significava cuidado emocional ou apoio constante. Isso refletiu diretamente na forma como criou suas filhas, especialmente Misty. A relação entre mãe e filha mais nova tornou-se conturbada, marcada por ressentimentos, principalmente por parte da ruiva mais nova.
Misty a culpava por não tê-la apoiado quando todos desacreditavam de seu sonho, e até desdenhavam dela — ou pior, por sequer ter percebido. Essa distância, somada ao luto e às responsabilidades, criou uma fissura difícil de ignorar.
Com o tempo, porém, Nerida passou a enxergar suas próprias falhas com mais clareza. Ao perceber o quanto havia sido dura — e ausente — começou, lentamente, a mudar. Passou a exercitar seu lado materno com mais atenção, tentando reparar erros que julgava irreversíveis. O processo foi gradual, cheio de hesitações, mas sincero.
Fazer as pazes com Misty tornou-se mais do que um desejo: era uma necessidade. Algo que Nerida sempre almejou, mesmo quando não sabia como dar o primeiro passo.
Mas ela estava disposta a qualquer coisa para começar a ser vista como uma boa mãe. Buscava reparar seus erros, e era isso que faria.
Matriarca da família Waterflower, e uma das personalidades mais ricas de Kanto, Nerida é uma figura emblemática da história do Ginásio de Cerulean. Como Líder de Ginásio aposentada, foi responsável por elevar o prestígio do ginásio a um patamar que, durante anos, o colocou entre os mais respeitados de Kanto. Ao lado de seu fiel Kingdra, construiu uma reputação sólida, marcada por batalhas técnicas, estratégias refinadas e uma autoridade natural que poucos desafiantes esqueciam após enfrentá-la.
Esse período de glória antecede a decadência da imagem do ginásio, mais tarde comprometida pelas atitudes das filhas mais velhas. Ainda assim, o nome de Nerida permaneceu respeitado nos bastidores da Liga Pokémon, o que a levou a integrar a junta administrativa ao lado de Charles Goodshow, atuando diretamente na organização e supervisão institucional da Liga Pokémon, sendo, diversas vezes, escalada nas narrações das batalhas.
Sua influência extrapolava as arenas de batalha. Durante sua trajetória como treinadora, Nerida travou contato com diversas figuras proeminentes, entre elas Grace Yvonne — mãe de Serena — ainda nos tempos em que Grace participava das corridas de Rhyhorn. Essas conexões ajudaram a moldar sua visão ampla sobre o mundo Pokémon, que ia além dos ginásios e insígnias.
Entre suas maiores conquistas está o título de bicampeã da Copa Redemoinho, vencendo o torneio duas vezes consecutivas — um feito raro, reservado a treinadores de altíssimo nível e domínio absoluto do combate aquático.
À primeira vista, Nerida costuma se mostrar brincalhona, tagarela e até despreocupada. Gosta de conversas longas, risadas fáceis e comentários leves. No entanto, essa fachada esconde uma mulher extremamente profissional quando a situação exige. Em momentos decisivos, seu olhar muda, sua postura se fecha, e seu pensamento estratégico assume o controle. Seu lado sério é raro, mas conhecido o suficiente para que aqueles ao seu redor evitem interrompê-la. Ela poderia ser um tanto severa com aqueles que ousam interromper seus pensamentos nessas horas.
Foi casada por vinte e cinco anos com Oscar Waterflower, cuja morte ocorreu em meio aos conflitos posteriores entre Johto e Kanto, muito depois do fim da grande guerra pela independência da região vizinha. A perda de Oscar marcou profundamente Nerida. Acostumada a vencer batalhas, ela se viu incapaz de lutar contra o luto, enfrentando pela primeira vez a dor de perder alguém que amava verdadeiramente. Durante um longo período, afundou-se em lamentações silenciosas, carregando o peso da ausência sem saber como expressá-lo às filhas.
Sua própria criação contribuiu para suas falhas como mãe. Negligenciada pelos próprios pais, Nerida nunca aprendeu plenamente o que significava cuidado emocional ou apoio constante. Isso refletiu diretamente na forma como criou suas filhas, especialmente Misty. A relação entre mãe e filha mais nova tornou-se conturbada, marcada por ressentimentos, principalmente por parte da ruiva mais nova.
Misty a culpava por não tê-la apoiado quando todos desacreditavam de seu sonho, e até desdenhavam dela — ou pior, por sequer ter percebido. Essa distância, somada ao luto e às responsabilidades, criou uma fissura difícil de ignorar.
Com o tempo, porém, Nerida passou a enxergar suas próprias falhas com mais clareza. Ao perceber o quanto havia sido dura — e ausente — começou, lentamente, a mudar. Passou a exercitar seu lado materno com mais atenção, tentando reparar erros que julgava irreversíveis. O processo foi gradual, cheio de hesitações, mas sincero.
Fazer as pazes com Misty tornou-se mais do que um desejo: era uma necessidade. Algo que Nerida sempre almejou, mesmo quando não sabia como dar o primeiro passo.
Mas ela estava disposta a qualquer coisa para começar a ser vista como uma boa mãe. Buscava reparar seus erros, e era isso que faria.
Deryl Cane
Idade: 71
Cidade Natal: Cerulean (Kanto)
Pokémon Inicial: Poliwag > Poliwhirl > Poliwrath
Deryl Cane é o mordomo de longa data da família Waterflower, conhecido por sua postura discreta, fala contida e uma lealdade que nunca precisou ser declarada em voz alta. Poucos imaginam, contudo, que antes de vestir o uniforme impecável e circular silenciosamente pelos corredores da mansão, ele fora um Treinador Pokémon promissor, cujo nome chegou a ecoar com respeito nos circuitos de batalha durante a juventude.
Aos dezenove anos, no auge de sua ascensão, sua vida fora abruptamente desviada. Desesperado para custear uma cirurgia extremamente cara que poderia salvar a vida de sua mãe, Deryl recorreu à Equipe Rocket. O acordo, feito sob promessas veladas, rapidamente se transformou em um pesadelo. Dívidas impagáveis se acumularam, acompanhadas por cobranças constantes e intimidações cada vez menos sutis por parte da organização criminosa. Para tentar quitá-las, ele foi forçado a vender tudo o que possuía — prêmios, equipamentos, lembranças de uma carreira que mal começara.
Como forma de “juros” pela demora nos pagamentos, a Equipe Rocket exigiu o que lhe era mais precioso: seus próprios Pokémon. Companheiros de batalhas, de vitórias e quedas, foram arrancados de sua vida um a um. A perda o devastou, mas o golpe final ainda estava por vir. Apesar de todo o sacrifício, a cirurgia falhou. Sua mãe, a única família que lhe restava, faleceu dois dias depois.
Em um intervalo curto demais para ser assimilado, Deryl perdeu tudo: família, amigos, recursos, identidade e lar. O jovem Treinador desapareceu, substituído por alguém que vagava pelas ruas de Cerulean, sobrevivendo de esmolas e restos de comida. Aquilo que fora construído com esforço e talento se dissolveu por completo, deixando apenas a sensação amarga de que todas as escolhas haviam sido em vão.
Foi nesse período que algo inesperado aconteceu. Entre becos sujos e vielas mal iluminadas, um pequeno Pokémon girino passou a segui-lo sem explicação aparente. Um Poliwag. A princípio, Deryl se incomodava com a presença insistente do Pokémon aquático, vendo nela apenas mais uma lembrança dolorosa de tudo o que havia perdido. Ainda assim, o Poliwag permaneceu. Dia após dia. Chuva ou sol.
Com o tempo, a resistência cedeu lugar ao afeto. Um vínculo silencioso se formou — não de palavras, mas de companhia mútua. A partir daquele encontro improvável, Deryl voltou a ter algo a proteger… e alguém que o protegia em retorno. O pequeno girino evoluiu, tornando-se um poderoso Poliwhirl, cuja força não era guiada por ambição ou glória, mas por um propósito simples e absoluto: manter seu amigo humano seguro nas ruas de Cerulean.
Esse laço marcou o início de uma lenta reconstrução. Ainda que o passado jamais pudesse ser apagado, ou que sua vida não tivesse mais forma de reparação aparente, Deryl encontrou, naquele Pokémon que se recusou a abandoná-lo, a prova de que nem tudo havia sido perdido. Havia algo pelo que viver.
Ao lado de seu Pokémon, Deryl viveu nas ruas por quase quatro décadas. Nunca conseguiu se estabelecer em um lugar que pudesse chamar de seguro, muito menos de lar, tudo por conta de preconceitos de terceiros, ou outros fatores. O tempo passou deixando marcas silenciosas em seu corpo e em seu olhar, mas não foi capaz de quebrar o vínculo que mantinha com Poliwhirl, seu único companheiro constante. Ainda assim, mesmo na longa noite que parecia não ter fim, existia algo — ou melhor, alguém — que seria a sua luz no fim do túnel.
Foi encontrado certa manhã, adormecido sobre uma folha de jornal, com Poliwhirl sentado ao seu lado, imóvel como um sentinela. A mulher que se aproximou o fez com cautela. Ao menor movimento, o Pokémon assumiu uma postura defensiva, deixando claro que não permitiria que aquela humana se aproximasse de seu amigo. No entanto, aquela mulher tinha uma espécie de dom para lidar com os Pokémon aquáticos. Bastaram poucos olhares, um silêncio respeitoso e uma presença firme para que Poliwhirl, contra todas as expectativas, baixasse a guarda.
O nome da mulher era Nerida Waterflower.
Movida por um gesto de compaixão que não buscava reconhecimento, Nerida tirou Deryl das ruas e o levou para sua mansão. Ao ouvir sua história — narrada por um homem já marcado pelo tempo — sentiu-se profundamente tocada. O que começou como um ato de caridade transformou-se em algo mais duradouro. De forma inesperada, Nerida o convidou a trabalhar para sua família.
Para Deryl, aquela proposta representava mais do que um emprego. Era uma chance de reconstruir a própria vida — e oferecer a Poliwhirl algo que jamais tivera: estabilidade. Ele aceitou sem hesitar. Assim, encerrava-se sua longa saga como morador de rua, dando início a um novo capítulo como mordomo particular de Nerida e Oscar Waterflower.
Com o passar dos anos, Deryl conquistou o respeito de todos na casa. Sua postura discreta, seu senso de responsabilidade e a experiência acumulada em uma vida marcada por perdas o transformaram naturalmente em um conselheiro. Mais do que isso, tornou-se um professor — alguém que ensinava não apenas por palavras, mas por exemplo. E nesse meio tempo, seu Poliwhirl tornara-se um grande e imponente Poliwrath, fruto de treinos constantes e de um vínculo que fora apenas crescendo quanto mais tempo eles passavam juntos.
Após a morte de Oscar, foi Deryl quem permaneceu ao lado de Nerida nos momentos mais silenciosos. Sem discursos ou consolos vazios, ofereceu presença, escuta e firmeza. Esse apoio estreitou ainda mais os laços entre ambos, consolidando uma confiança mútua que jamais precisou ser verbalizada.
Graças a tudo isso, Deryl Cane passou a ser um dos principais pilares da família Waterflower. Nem sempre seus esforços eram suficientes para manter todos no caminho certo, mas ele nunca deixou de tentar. Sua gratidão pela família que lhe estendeu a mão quando tudo parecia perdido era profunda — e eterna.
Rosavia
Idade: 22
Cidade Natal: ???
Pokémon Inicial: Grandbull
Rosavia é uma das
agentes de Rank A mais temidas e admiradas da Equipe Rocket. Sua simples
presença já impõe autoridade, e sua voz cortante é como uma lâmina afiada que
não admite falhas. Com cabelos longos de tons rosados, olhos violetas
penetrantes e uma postura que mescla elegância com ameaça, ela personifica o
ideal de agente perfeita para muitos recrutas — especialmente Jessie, que vê
nela uma inspiração e um modelo a ser seguido.
Ao contrário de seu
parceiro Bleuross, Rosavia não tolera deslizes. Para ela, a incompetência não é
uma opção dentro da organização. Quando vê Jessie, James e Meowth falharem em
sua primeira missão de campo, seu instinto imediato é a repreensão severa — não
por crueldade, mas por carregar consigo o peso da disciplina que ela mesma
enfrentou para alcançar seu posto.
Rosavia é paixão
convertida em dever. Comandante impiedosa em campo, ela cobra dos outros o
mesmo nível de perfeição que exige de si mesma. Suas decisões são rápidas, suas
críticas diretas, e sua presença tão imponente que até veteranos hesitam em
contradizê-la. Mas por trás da frieza estratégica, há uma mulher moldada por
cicatrizes do passado e por batalhas silenciosas que ninguém mais presenciou —
exceto Bleuross.
É ele quem a
compreende profundamente. Juntos, formam uma dupla cuja sinergia é impecável,
com Rosavia atuando como a lâmina afiada e Bleuross como a bainha que impede
que ela corte mais do que deveria. Embora muitas vezes se irrite com a postura
compassiva do companheiro, ela confia nele com uma lealdade inabalável — e, em
momentos sutis, permite que sua máscara se quebre diante dele, revelando um
sorriso raro, escondido por trás da rigidez.
Bleuross
Idade: 24
Cidade Natal: ???
Pokémon Inicial: Cloyster
Misterioso,
disciplinado e com um olhar que transparece uma profundidade quase
impenetrável, Bleuross é um dos mais respeitados agentes de Rank A da Equipe
Rocket. Sua presença impõe respeito, não apenas por sua postura imponente e
físico atlético, mas também por sua frieza calculada e comportamento
estrategista. Dono de cabelos curtos azul-marinho e olhos azuis intensos, que
raramente são vistos sem o reflexo de suas inconfundíveis lentes quadradas,
Bleuross carrega uma aura de controle absoluto mesmo nas situações mais
caóticas.
Seu uniforme,
semelhante ao de James, é personalizado com tons escuros, luvas cinzentas,
cinto de ferro, calças negras e botas grisalhas — um reflexo direto de sua
personalidade reservada e meticulosa. Ele não precisa levantar a voz para ser
ouvido: sua presença é o suficiente para silenciar uma sala.
Apesar de sua imagem
rígida e pragmática, Bleuross guarda dentro de si uma inesperada empatia. Ao
ver os novos agentes falharem em sua primeira missão, foi ele quem conteve a
fúria de Rosavia, sua parceira de longa data, mostrando uma faceta mais humana por
trás da máscara de veterano experiente. Em suas palavras, revelava-se um homem
que carrega consigo não apenas a responsabilidade de proteger os interesses da
organização, mas também o desejo silencioso de guiar os mais jovens para que
não cometam os mesmos erros que ele já cometeu.
Sua relação com
Rosavia é marcada por cumplicidade e respeito mútuo. Juntos, formam uma dupla
de elite temida até pelos próprios membros da organização. E embora ela costume
se deixar levar por emoções intensas, é Bleuross quem age como o equilíbrio da
dupla — sempre pensando dois passos à frente, com uma calma que beira o
desafiador.
Conhecido por traçar rotas de fuga infalíveis, por manter o sangue-frio mesmo em emboscadas, e por sua habilidade em operar missões de infiltração com precisão cirúrgica, Bleuross é a mente fria que comanda nos bastidores.






Nenhum comentário:
Postar um comentário